No momento - histórico, filosófico, biológico, geográfico, semiótico, outro - em que consideramos o vitalismo como algo anacrônico, sem função e absurdo, nós na verdade desvitalizamos a vida.
Tiramos o vital do dia a dia.
Todos e tudo viramos objeto.
Tudo vira “só matéria” (seja lá o que consideramos como “matéria”)
Nós, eu, você, tudo.
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(um site meu sobre fisiologia vitalista e o “pensar vital”:
https://vitaldovital.wordpress.com/ )
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